domingo, 23 de setembro de 2012

TELESCÓPIOS ENCONTRAM GALÁXIA MAIS DISTANTE JÁ AVISTADA PELO SER HUMANO



Os telescópios espaciais da Nasa, Hubble e Spitzer, identificaram o que pode ser a galáxia mais longínqua já avistada pelo ser humano. Denominada MACS 1149-JD, ela está a mais de 13 bilhões de anos-luz da Terra e suas imagens mostram o que teria acontecido há mais de 13 bilhões de anos. A pesquisa foi conduzida por Wei Zhang, da Universidade Johns Hopkins, em Baltimore (EUA), e foi publicada na semana passada pela revista Nature.

Pela teoria do Big Bang, o Universo tem cerca de 13,7 bilhões de anos e essa galáxia tinha “somente” 200 milhões de anos nessa imagem, segundo os cientistas. Essa descoberta é importante para desvendar como teria ocorrido a “reionização”, processo químico ocorrido no período de formação do Universo.


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Alan Sales: conhecido por alguns como Saturno, 18 anos, se prepara para o Enem - fará Bacharelado em Biologia. Desde criança sempre foi fascinado pelo céu... Gosta de ler, escrever, ouvir música. Além disso, pretende fazer letras no futuro para seguir com a carreira de escritor, já que no momento seu maior projeto é o seu livro que surge aos poucos.

sábado, 22 de setembro de 2012

Um trem de brinquedo no espaço [vídeo]





O envio de trem de brinquedo de seu filho para a estratosfera não é tarefa fácil, mas transformar o trem em um personagem de animação requer uma mistura especial de magia e mecânica gerada por computador. Ron Fugelseth foi o mágico certo para o trabalho, como evidenciado pelo vídeo acima que ele e seu filho Jayden de quatro anos criaram.



O vídeo de Fugelseth, traça o vôo do trem de seu filho, chamado Stanley, a uma altitude de 18 quilômetros. A partir dessa altura, Stanley podia ver a curvatura do planeta com o céu negro do espaço acima. O rosto do trem reflete a maravilha da visão, bem como a sua aflição quando o balão cheio de hélio explode em plena estratosfera. A animação é o que transforma a experiência do trem de brinquedo de Jayden em ... algo maravilhoso.

Leia mais em: cosmiclog
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Jéferson Sales, 18 anos, cursando bacharelado em física pela UFPB, amante da ciência desde a infância, fanático por astronomia, cético, gamer, aventureiro em música e desenha nas horas vagas. Estarei sempre a disposição, então, qualquer dúvida ou crítica podem entrar em contato comigo pelo Facebook:                                                      

Por que a Curiosity levaria um rocha da Terra a Marte?


Parece um enorme desperdício transportar fragmentos de rocha aqui da Terra até Marte, não é mesmo? Afinal, imagine o custo de uma viagem como essas e todos os equipamentos que tiveram que ser enviados, além do fato de o Planeta Vermelho parecer estar formado por nada mais do que... Poeira e rochas.
Contudo, os pesquisadores da NASA enviaram uma amostra de rocha basáltica juntamente com a sonda espacial Curiosity. Essa rocha terrestre serve como uma espécie de parâmetro visual para calibrar um instrumento projetado para detectar elementos químicos presentes na superfície de Marte.
O tal equipamento, chamado APXS (de Alpha Particle X-Ray Spectrometer), emite partículas alfa e raios X — ou seja, radiação — direcionadas ao solo, permitindo que os seus instrumentos detectem e enviem à NASA quais são os diferentes elementos que compõem as rochas e o solo de Marte.


Fonte: tecmundo


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Jéferson Sales, 18 anos, cursando bacharelado em física pela UFPB, amante da ciência desde a infância, fanático por astronomia, cético, gamer, aventureiro em música e desenha nas horas vagas. Estarei sempre a disposição, então, qualquer dúvida ou crítica podem entrar em contato comigo pelo Facebook:                                                      

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Cientistas desenvolvem técnica para apagar medos do cérebro




Os medos se formam quando associamos algo a uma forte resposta emocional negativa. Mas uma equipe de cientistas desenvolveu uma técnica não-invasiva que permite apagar memórias emocionais recentes do cérebro humano. Talvez ela não resolva seus traumas, mas pode ser um começo.
Quando o cérebro aprende algo, cria-se uma memória através de um processo chamado consolidação: a memória começa instável, mas proteínas se formam no cérebro para fixar a memória. Ao interferir na forma como o processo é realizado, é possível afetar o conteúdo de uma memória.
Este novo estudo, publicado na revista Science por pesquisadores da Universidade de Uppsala, na Suécia, mostra que é possível apagar memórias emocionais interrompendo o processo de consolidação no cérebro.
A equipe de pesquisadores mostrou a participantes imagens neutras: paisagens, objetos do cotidiano, esse tipo de coisa. Mas, ao mesmo tempo, aplicava choques elétricos neles. Então basicamente as pessoas criaram uma “memória do medo”, associando o conteúdo da imagem com a dor. Ao mostrar a foto novamente, algum tempo depois, os participantes ficavam com medo. (Imagino algo do tipo “Não doutor! Essa paisagem de novo n-” *choque* “AI”)
No entanto, a equipe tentou interferir na fase de consolidação em metade dos participantes. O que eles fizeram para impedir a memória do medo? Eles mostraram a imagem repetidamente – desta vez sem nenhum choque – durante o momento em que o cérebro fixa a memória na mente.
Ao fazer isso, os grupos cuja memória sofreu interferência não ficavam com medo quando viam a imagem novamente. Inclusive, os pesquisadores usaram um scanner de ressonância magnética, e viram que a memória desaparecia do cérebro, na área que armazena nossos medos: as amídalas cerebelosas, no lobo temporal. Ou seja, os cientistas foram capazes de apagar a memória do medo.
Embora não seja uma descoberta que você possa necessariamente usar no dia a dia, os pesquisadores estão confiantes de que podem desenvolvê-la para usar no tratamento de problemas de ansiedade como fobias, estresse pós-traumático e ataques de pânico. Como eu, um homem adulto, tenho medo de cães desde longa data, para mim isso é uma ótima notícia.

Fonte: gizmodo
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Jéferson Sales, 18 anos, cursando bacharelado em física pela UFPB, amante da ciência desde a infância, fanático por astronomia, cético, gamer, aventureiro em música e desenha nas horas vagas. Estarei sempre a disposição, então, qualquer dúvida ou crítica podem entrar em contato comigo pelo Facebook:                                                      

terça-feira, 18 de setembro de 2012

Quantos universos existem?



O fato de que ninguém sabe a resposta desta pergunta é o que o torna emocionante. Abaixo está um vídeo que mostra a possibilidade real, já considerada por cientistas. Algumas pessoas tem como verdade absoluta aquilo que lhe é pregado, podendo até mesmo ser mentira. No entanto, somos muito pequenos comparado ao universo e por isso devemos pôr os nossos pés no chão.



Apreciem sem moderação...








[Luc Anderssen]

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Alan Sales: conhecido por alguns como Saturno, 18 anos, se prepara para o Enem - fará Bacharelado em Biologia. Desde criança sempre foi fascinado pelo céu... Gosta de ler, escrever, ouvir música. Além disso, pretende fazer letras no futuro para seguir com a carreira de escritor, já que no momento seu maior projeto é o seu livro que surge aos poucos.

NASA começa a trabalhar em uma versão real da dobra espacial de Star Trek


“Talvez uma experiência Star Trek antes de nós morrermos não seja uma possibilidade remota.” Essas são palavras do Dr. Harold “Sonny” White, Chefe do Tema de Propulsão Avançada do Engineering Directorate da NASA. O Dr. White e seus colegas não só acreditam que uma versão na vida real da dobra espacial seja teoricamente possível; eles já começaram a trabalhar na criação de uma.
Sim. Uma dobra espacial de verdade, Scotty.
Quando o assunto é exploração espacial, ainda somos homens das cavernas. Chegamos à Lua e mandamos alguns robôs durões a Marte. Nós também já temos aquelas portas automáticas que se abrem suavemente quando alguém chega perto, mas isso é tudo. É legal, mas estamos longe de ser a civilização espacial de que precisaremos se quisermos sobreviver por milênios.
Com as nossas tecnologias de propulsão atuais, as viagens interestelares são impossíveis. Mesmo com tecnologia experimental, como propulsores de íon ou uma nave cuspindo loucamente explosões nucleares, seriam necessárias quantidades colossais de combustível e massa para chegar a qualquer estrela próxima. E o pior: levaria décadas (séculos, talvez) para cumprir o trajeto. A viagem seria inútil para os que ficassem. Apenas aqueles que embarcassem na procura por um novo sistema estelar colheriam os frutos desse gigantesco esforço. Simplesmente não é algo viável.
Assim, precisamos de alternativas. Uma que nos permita viajar de forma extremamente rápida sem quebrar as leis da física. Ou como diz o Dr. White: “queremos ir, muito rápido mesmo, enquanto observamos o 11º mandamento: Não ultrapassarás a velocidade da luz.”

Procurando por bolhas de dobra

A resposta reside precisamente naquelas leis da física. O Dr. White e outros físicos encontraram brechas em algumas equações matemáticas — brechas que indicam que saltar no tecido espaço-temporal pode sim ser possível.
Trabalhando na NASA Eagleworks, uma operação à parte dentro do Centro Espacial Johnson, da NASA, a equipe do Dr. White está tentando provar essas brechas. Eles “iniciaram um teste com interferômetro que tentará gerar e detectar uma instância microscópica de uma pequena bolha de dobra” usando um instrumento chamado Interferômetro de Campo de Dobra White-Juday.
Isso pode soar como algo pequeno agora, mas as implicações da pesquisa são enormes. Em suas próprias palavras:
“Embora isso seja apenas uma pequena instância do fenômeno, ela será uma prova real da ideia de perturbar o espaço-tempo — um momento ‘Chicago-Pile’, como ele foi. Lembre-se que dezembro de 1942 viu a primeira demonstração de uma reação nuclear controlada que gerou enormes meio watt. Essa prova de existência foi procedida de um reator de cerca de quatro megawatts em novembro de 1943. A prova de existência da aplicação prática de uma ideia científica pode ser o ponta-pé inicial para o desenvolvimento da tecnologia.”
Ao criar uma dessas bolhas de dobra, o motor da aeronave comprime o espaço à frente e expande o espaço atrás, movendo-se para outro local sem estar se movimentando de fato e deixando de lado os efeitos adversos de outros meios de viajar. De acordo com Dr. White, “ao aproveitar a física da inflação cósmica, as naves do futuro criadas para satisfazer as leis dessas equações matemáticas talvez serão capazes de chegar aos lugares de forma impensavelmente rápida — e sem os efeitos adversos.”
Ele diz que, se tudo for confirmado nesses testes práticos, nós poderemos criar um motor que nos levará à Alfa Centauro “em duas semanas se medido por relógios aqui na Terra.” O tempo será o mesmo na nave e na Terra, ele afirma, e não haverá “forças de marés dentro da bolha, nenhum problema inesperado e a aceleração de fato será zero. Quando você liga o campo, ninguém será jogado para fora da nave — o que seria uma viagem bem curta e triste.”

O problema da energia, resolvido

Havia apenas um problema com isso tudo: de onde a energia viria? Embora soubéssemos que dobras espaciais eram teoricamente possíveis, os físicos sempre argumentaram que seria necessária uma bola de matéria exótica do tamanho de Júpiter para gerar a energia. Claramente, isso não seria viável. Mas felizmente o Dr. White encontrou a solução que muda o jogo completamente.
A equipe da Eagleworks descobriu que a energia necessária é muito menor do que se pensava. Se eles otimizarem a espessura da dobra espacial e “oscilar sua intensidade para reduzir a rigidez do espaço tempo,” eles serão capazes de reduzir a quantidade de combustível para uma tangível: em vez de uma bola de matéria exótica do tamanho de Júpiter, será preciso apenas 500 kg para “mandar uma bolha de 10 metros a uma velocidade efetiva de 10c.”
Dez c! Isso é dez vezes a velocidade da luz, galera (lembre-se, a nave em si não viajaria mais rápido que a velocidade da luz. Mas efetivamente, pareceria que sim).
Isso quer dizer que poderíamos visitar Gliese 581g — um planeta similar à Terra, 20 anos-luz distante do nosso — em dois anos. Dois anos não é nada. A Magellan levou três anos para circunavegar o nosso planeta — de agosto de 1519 a setembro de 1522. Uma viagem de quatro anos para ver um planeta como a Terra é completamente realizável. E ainda existem locais mais próximos para onde podemos mandar robôs e astronautas.
A coisa mais importante aqui é que há uma porta aberta para diferentes tipos de exploração. Que, como o Dr. White diz, ”talvez uma experiência Star Trek antes de nós morrermos não seja uma possibilidade remota.” É possível que estejamos testemunhando o início de uma nova era da exploração espacial, uma que finalmente nos levaria do nosso pálido ponto azul para onde nós pertencemos.
Eu não sei quanto a você, mas estou mais empolgando do que quando o Capitão Kirk ganhou a sua primeira cueca de unobtainium.


Fonte: gizmodo
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Tornado de fogo: Um fenômeno belo e raro


Considerado raro na natureza, um redemoinho flamejante foi flagrado por um cinegrafista na Austrália. O fenômeno raro chegou a 30 metros de altura e durou cerca de 40 minutos. Algo excepecional, levando em conta que algo assim dura normalmente dois minutos.
Esse fenêmeno acontece quando o ar quente encontra ao subir algum princípio de incêndio no solo. Como queimadas de florestas quando estão secas.
Este redemoinho, no entanto, pode ser bastante perigoso. Por sorte, não houve feridos. No entanto, no Japão, o Grande sismo de Kanto provocou uma gigantesca tormenta de fogo que matou 38 mil pessoas em apenas 15 menutos na região de Hifukusho-Ato, Tóquio - 1923.
Em agosto de 2010, O ar seco que atingiu o estado de São Paulo provocou um redemoinho de fogo em Araçatuba, a 530 quilômetros da capital paulista.







[Seuhistory]

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